Onde tudo é permitido desde que faça parte da NOSSA VIAGEM. Vamos por onde nos apetecer sem receios, preconceitos ou fronteiras e sempre com música.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Feliz Natal
Esta é especial para todos os meus amigos que tiveram de partir, e não, não vão conduzir para chegar a casa e sentir o aconchego do lar e o calor da família. Estas vão estar longe. Sinto muito.
Espero sinceramente que seja breve, que as famílias se reúnam, se não nesta terra que os destratou noutra qualquer onde se sintam em casa e sejam amados e respeitados.
Feliz Natal
Beijos dos meus...
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Faz por ti
No dia 10 de Outubro fiz anos, e como presente recebi este poema do João Negreiros. Aparentemente é só um poema, uns podem gostar, outros não, para mim é uma palavra de ordem. Além de gostar muito do poema, acho que ele veio na altura certa. Mais uma vez, obrigada João Negreiros!
Faz por ti
Faz o Sol por ti antes que arda.
Faz a chuva por ti antes que chores.
Faz a Lua por ti antes do dia.
Faz um sonho por ti antes do pequeno-almoço.
Faz um filho por ti com alguém.
Faz um negócio por ti por dinheiro.
Faz um vestido, não por ti, mas pelo teu corpo.
Faz um caminho por ti antes que te doam as pernas pela falta de uso.
Faz um festival da canção, afasta a mesa da sala, usa uma escova como microfone, faz as canções todas do mundo por ti e as brilhantinas todas do mundo por ti.
Faz uma corrida por alguém e corta por ti a meta.
Corta por ti uma laranja e sorve o sumo por uma pessoa só se tiveres muita sede.
Faz por ti um facho… e alumia quem te segue.
Faz por ti com rigor mesmo rodeado de indolentes.
Faz por ti com calma mesmo assolado por patrões.
Faz por ti a coragem e serás assustador sempre que for preciso.
Faz por ti a sabedoria e saberás sempre que estiveres calado.
Não faças pouco de ti.
Não faças pouco dos outros.
Faz por ti como o dia quando acordas.
João Negreiros
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Efémera
Efémera
A
flor do sentimento cresce
Onde nada vingaria
Num coração deserto
Ou na escuridão de um dia
Onde nada vingaria
Num coração deserto
Ou na escuridão de um dia
Breve flor
tatuada
No coração de quem espera
Duradouro inverno
Frágil primavera
No coração de quem espera
Duradouro inverno
Frágil primavera
Bela
dama do inferno
Que à redenção convida
A eternidade de um instante
Num segundo de uma vida
Que à redenção convida
A eternidade de um instante
Num segundo de uma vida
Efémera
flor, efémera
Márcio Faraco
terça-feira, 23 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
The lady & the black cat
Caríssimos leitores e escrevinhadores de blogs, estou por cá e sem vontade de escrever, talvez porque o que me vai na alma é tão visceral que não consigo partilhar. O mesmo não acontece com os comentários que tento fazer nos vossos blogs, esses não saem de maneira nenhuma, alguma coisa aconteceu no meu computador e não consigo deixar mensagens. Como diz uma amiga, devem ser extra-terrestres que andam a mexer no meu PC!?
Mas continuo a ler-vos.
Beijos dos meus...
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Se
Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.
Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.
De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.
Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!
Rudyard Kipling
sexta-feira, 20 de junho de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Abril
«QUEM
A TEM…»
Não
hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.
Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo
me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Jorge
de Sena (1956)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Olinda
Não, não é o meu aniversário e esta música não é para mim, ainda não cheguei lá.
Olinda é uma cidade lindíssima do estado de Pernambuco, no Brasil.
Está localizado na Região do Recife, que eu tive oportunidade de conhecer na minha 1ª e
única viagem ao Brasil em 2002/2003.
Não sei se tem a paz dos mosteiros da Índia, porque nunca fui à Índia, mas tem as cores e a arquitectura de Portugal, isso tem. É linda!!
Olinda
Tens a paz dos Mosteiros da Índia
Tens a paz dos Mosteiros da Índia
Tu és linda
Pra mim és ainda
Minha mulher
Calada
O silêncio rompe a madrugada
Já não somos aflitos nem nada
Minha mulher
Tu voltas
Entre frutas, verão e tu voltas
Abriremos janelas e portas
Minha mulher
Pra mim és ainda
Minha mulher
Calada
O silêncio rompe a madrugada
Já não somos aflitos nem nada
Minha mulher
Tu voltas
Entre frutas, verão e tu voltas
Abriremos janelas e portas
Minha mulher
sexta-feira, 7 de março de 2014
Mulher
Nós já estamos a pagar um preço demasiado alto para a pouca liberdade que nos resta.
Devolvam-me a minha liberdade!!
Feliz dia da mulher.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A 1ª vez que vi Paco de Lucia
Acho que foi em 1992 um dos melhores concertos a que assisti na minha vida.
Al Di Meola, Vicente Amigo, Paco de Lucia e John McLaughlin.
Na Praça de Toiros do Campo Pequeno
Começou às 21h e 30 m e acabou depois das 2h da manhã.
Já não me lembro por quem é que começou, mas a 1ª parte do concerto entrou um músico de cada vez, depois formaram pares, a seguir formaram trios e por fim estavam os quatro em palco.
A Praça estava ao rubro, apesar de ser verão estava fresquinho e o rabo já nos doía, não tínhamos almofadas, estávamos sentados nas pedras, mas ninguém arredou pé, não era possível, a qualidade e o ritmo do concerto foi sempres aumentando, a entrega e virtuosismo daqueles artistas era contagiante.
Nunca mais me vou esquecer, foi a minha grande noite no Campo Pequeno.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Carta ao pai de João Tordo
É um testemunho comovente , é um pai com 65 anos que é obrigado a emigrar.
Ontem, o meu pai foi-se embora. Não vem e já volta; emigrou para o Recife e deixou este país, onde nasceu e onde viveu durante 65 anos. A sua reforma seria, por cá, de duzentos e poucos euros, mais uma pequena reforma da Sociedade Portuguesa de Autores que tem servido, durante os últimos anos, para pagar o carro onde se deslocava por Lisboa e para os concertos que foi dando pelo país. Nesses concertos teve salas cheias, meio-cheias e, por vezes, quase vazias; fê-lo sempre (era o seu trabalho) com um sorriso nos lábios e boa disposição, ganhando à bilheteira. Ontem, quando me deitei, senti-me triste. E, ao mesmo tempo, senti-me feliz. Triste, porque o mais normal é que os filhos emigrem e não os pais (mas talvez Portugal tenha sido capaz, nos últimos anos, de conseguir baralhar essa tendência). Feliz, porque admiro-lhe a coragem de começar outra vez num país que quase desconhece (e onde quase o desconhecem), partindo animado pelas coisas novas que irá encontrar. Tudo isto são coisas pessoais que não interessam a ninguém, excepto à família do senhor Tordo. Acontece que o meu pai, quer se goste ou não da música que fez, foi uma figura conhecida desde muito novo e, portanto, a sua partida, que ele se limitou a anunciar no Facebook, onde mantinha contacto regular com os amigos e admiradores, acabou por se tornar mediática. E é essa a razão pela qual escrevo: porque, quase sem o querer, li alguns dos comentários à sua partida. Muita gente se despediu com palavras de encorajamento. Outros, contudo, mandaram-no para Cuba. Ou para a Coreia do Norte. Ou disseram que já devia ter emigrado há muito. Que só faz falta quem cá está. Chamam-lhe palavrões dos duros. Associam-no à política, de que se dissociou activamente há décadas (enquanto lá esteve contribuiu, à sua modesta maneira, com outros músicos, escritores, cineastas e artistas, para a libertação de um povo). E perguntaram o que iria fazer: limpar WC's e cozinhas? Usufruir da reforma dourada? Agarrar um "tacho" proporcionado pelos "amiguinhos"? Houve até um que, com ironia insuspeita, lhe pediu que "deixasse cá a reforma". Os duzentos e tal euros. Eu entendo o desamor. Sempre o entendi; é natural, ainda mais natural quando vivemos como vivemos e onde vivemos e com as dificuldades por que passamos. O que eu não entendo é o ódio. O meu pai, que é uma pessoa cheia de defeitos como todos nós - e como todos os autores destes singelos insultos -, fez aquilo que lhe restava fazer. Quer se queira, quer não, ele faz parte da história da música em Portugal. Sozinho, ou com Ary dos Santos, ou para algumas das vozes mais apreciadas do público de hoje - Carminho, Carlos do Carmo, Marisa, são incontáveis - fez alguns dos temas que irão perdurar enquanto nos for permitido ouvir música. Pouco importa quem é o homem; isso fica reservado para a intimidade de quem o conhece. Eu conheço-o: é um tipo simpático e cheio de humor, que está bem com a vida e que, ontem, partiu com uma mala às costas e uma guitarra na mão, aos 65 anos, cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba, a Coreia do Norte ou limpar WC's e cozinhas encontrarão, finalmente, a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows da televisão, as telenovelas e a vergonha. Os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, que é o património de um país. A segunda foi a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias. A terceira foi a esperança. E a quarta foi o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país - do país que ele, e milhões de pessoas como ele, cheias de defeitos, quiseram construir: um país melhor para os filhos e para os netos. Fracassaram nesse propósito; enganaram-se ao pensarem que podíamos mudar. Não queremos mudar. Queremos esta miséria, admitimo-la, deixamos passar. E alguns de nós até aí estão para insultar, do conforto dos seus sofás, quem, por não ter trabalho aqui - e precisar de trabalhar para, aos 65 anos, não se transformar num fantasma ou num pedinte - pegou nas malas e numa guitarra e se foi embora. Ontem, ao deitar-me, imaginei-o dentro do avião, sozinho, a sonhar com o futuro; bem-disposto, com um sorriso nos lábios. Eu vou ter muitas saudades dele, mas sou suspeito. Dói-me saber que, ontem, o meu pai se foi embora.
por João Tordo, em 19.02.14
Ontem, o meu pai foi-se embora. Não vem e já volta; emigrou para o Recife e deixou este país, onde nasceu e onde viveu durante 65 anos. A sua reforma seria, por cá, de duzentos e poucos euros, mais uma pequena reforma da Sociedade Portuguesa de Autores que tem servido, durante os últimos anos, para pagar o carro onde se deslocava por Lisboa e para os concertos que foi dando pelo país. Nesses concertos teve salas cheias, meio-cheias e, por vezes, quase vazias; fê-lo sempre (era o seu trabalho) com um sorriso nos lábios e boa disposição, ganhando à bilheteira. Ontem, quando me deitei, senti-me triste. E, ao mesmo tempo, senti-me feliz. Triste, porque o mais normal é que os filhos emigrem e não os pais (mas talvez Portugal tenha sido capaz, nos últimos anos, de conseguir baralhar essa tendência). Feliz, porque admiro-lhe a coragem de começar outra vez num país que quase desconhece (e onde quase o desconhecem), partindo animado pelas coisas novas que irá encontrar. Tudo isto são coisas pessoais que não interessam a ninguém, excepto à família do senhor Tordo. Acontece que o meu pai, quer se goste ou não da música que fez, foi uma figura conhecida desde muito novo e, portanto, a sua partida, que ele se limitou a anunciar no Facebook, onde mantinha contacto regular com os amigos e admiradores, acabou por se tornar mediática. E é essa a razão pela qual escrevo: porque, quase sem o querer, li alguns dos comentários à sua partida. Muita gente se despediu com palavras de encorajamento. Outros, contudo, mandaram-no para Cuba. Ou para a Coreia do Norte. Ou disseram que já devia ter emigrado há muito. Que só faz falta quem cá está. Chamam-lhe palavrões dos duros. Associam-no à política, de que se dissociou activamente há décadas (enquanto lá esteve contribuiu, à sua modesta maneira, com outros músicos, escritores, cineastas e artistas, para a libertação de um povo). E perguntaram o que iria fazer: limpar WC's e cozinhas? Usufruir da reforma dourada? Agarrar um "tacho" proporcionado pelos "amiguinhos"? Houve até um que, com ironia insuspeita, lhe pediu que "deixasse cá a reforma". Os duzentos e tal euros. Eu entendo o desamor. Sempre o entendi; é natural, ainda mais natural quando vivemos como vivemos e onde vivemos e com as dificuldades por que passamos. O que eu não entendo é o ódio. O meu pai, que é uma pessoa cheia de defeitos como todos nós - e como todos os autores destes singelos insultos -, fez aquilo que lhe restava fazer. Quer se queira, quer não, ele faz parte da história da música em Portugal. Sozinho, ou com Ary dos Santos, ou para algumas das vozes mais apreciadas do público de hoje - Carminho, Carlos do Carmo, Marisa, são incontáveis - fez alguns dos temas que irão perdurar enquanto nos for permitido ouvir música. Pouco importa quem é o homem; isso fica reservado para a intimidade de quem o conhece. Eu conheço-o: é um tipo simpático e cheio de humor, que está bem com a vida e que, ontem, partiu com uma mala às costas e uma guitarra na mão, aos 65 anos, cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba, a Coreia do Norte ou limpar WC's e cozinhas encontrarão, finalmente, a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows da televisão, as telenovelas e a vergonha. Os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, que é o património de um país. A segunda foi a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias. A terceira foi a esperança. E a quarta foi o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país - do país que ele, e milhões de pessoas como ele, cheias de defeitos, quiseram construir: um país melhor para os filhos e para os netos. Fracassaram nesse propósito; enganaram-se ao pensarem que podíamos mudar. Não queremos mudar. Queremos esta miséria, admitimo-la, deixamos passar. E alguns de nós até aí estão para insultar, do conforto dos seus sofás, quem, por não ter trabalho aqui - e precisar de trabalhar para, aos 65 anos, não se transformar num fantasma ou num pedinte - pegou nas malas e numa guitarra e se foi embora. Ontem, ao deitar-me, imaginei-o dentro do avião, sozinho, a sonhar com o futuro; bem-disposto, com um sorriso nos lábios. Eu vou ter muitas saudades dele, mas sou suspeito. Dói-me saber que, ontem, o meu pai se foi embora.
por João Tordo, em 19.02.14
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Por todo este mundo

Por Todo Este Mundo
Saiu à rua, indiferenteSeguiu pra longe
Longe do olhar de toda a gente
Na luz intacta da madrugada
Seguiu sem norte e sem estrada
Descalça na terra molhada
Despiu o corpo e o pensamento
Seguiu o vento
Esqueceu a mágoa de acabar
E o tempo perdeu-se do tempo
E o chão raso fez-se mar
No mundo que somos por dentro
Por todo este mundo
Enquanto o sonho existir
E nos levar até ao fim
De tudo o que há pra sentir
Tudo o que há pra sentir
Segui o rasto do calor
Na areia quente
O sol doía como o fogo
Incendiou a cor do dia
Levou no corpo a ventania
E um beijo roubado do amor
Por todo este mundo
Enquanto o sonho existir
E nos levar até ao fim
De tudo o que há pra sentir
Tudo o que há pra sentir.
Mafalda Veiga
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Cérebro Dividido - Racional VS Emocional
Será que nos conhecemos mesmo??
Será que dominamos todos os nossos actos?
Quantas vezes não fizeste algo que no segundo seguinte te arrependeste e pensaste, como fui capaz??
Aqui está a explicação.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
28 de Janeiro de 1985
We Are The World foi uma canção composta por Michael Jackson e Lionel Richie, gravada em janeiro de 1985 por 45 dos maiores nomes da música norte-americana, no projeto conhecido como USA for Africa. A música tinha como objetivo arrecadar fundos para o combate à fome no continente africano. Inspirados pelo Band Aid, festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, Michael e Lionel convocaram 45 dos maiores nomes da música norte americana em torno do projeto. O single, o LP e o clipe renderam cerca de 55 milhões de dólares. We Are the World apresentava 44 vocalistas diferentes, incluindo Michael Jackson, Lionel Richie, Harry Belafonte, Tina Turner, Bruce Springsteen, Billy Joel, Kenny Rogers, Bob Dylan, Cyndi Lauper, Diana Ross,Ray Charles e Stevie Wonder. Foi produzido pelo maestro Quincy Jones, que também fez a regência do grupo vocal. A venda atingiu 7 milhões de cópias só nos Estados Unidos, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Atordoada
Às vezes esqueço-me que existes
Mas quando me lembro
Levo um murro no estômago
Até quando vou andar neste carrocel
Não paguei bilhete
Já sei as voltas de cor
Já nem a curiosidade de espreitar lá de cima me interessa
Mas ele não pára
Agora sei que nunca vai parar
Tens que carregar no botão
Prometeste que o fazias
Já é tempo.
(autor desconhecido)
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Feliz 2014
Etiquetas:
esperança,
Feliz 2014,
flor,
sonho,
vida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)