Onde tudo é permitido desde que faça parte da NOSSA VIAGEM. Vamos por onde nos apetecer sem receios, preconceitos ou fronteiras e sempre com música.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Faz por ti
No dia 10 de Outubro fiz anos, e como presente recebi este poema do João Negreiros. Aparentemente é só um poema, uns podem gostar, outros não, para mim é uma palavra de ordem. Além de gostar muito do poema, acho que ele veio na altura certa. Mais uma vez, obrigada João Negreiros!
Faz por ti
Faz o Sol por ti antes que arda.
Faz a chuva por ti antes que chores.
Faz a Lua por ti antes do dia.
Faz um sonho por ti antes do pequeno-almoço.
Faz um filho por ti com alguém.
Faz um negócio por ti por dinheiro.
Faz um vestido, não por ti, mas pelo teu corpo.
Faz um caminho por ti antes que te doam as pernas pela falta de uso.
Faz um festival da canção, afasta a mesa da sala, usa uma escova como microfone, faz as canções todas do mundo por ti e as brilhantinas todas do mundo por ti.
Faz uma corrida por alguém e corta por ti a meta.
Corta por ti uma laranja e sorve o sumo por uma pessoa só se tiveres muita sede.
Faz por ti um facho… e alumia quem te segue.
Faz por ti com rigor mesmo rodeado de indolentes.
Faz por ti com calma mesmo assolado por patrões.
Faz por ti a coragem e serás assustador sempre que for preciso.
Faz por ti a sabedoria e saberás sempre que estiveres calado.
Não faças pouco de ti.
Não faças pouco dos outros.
Faz por ti como o dia quando acordas.
João Negreiros
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Efémera
Efémera
A
flor do sentimento cresce
Onde nada vingaria
Num coração deserto
Ou na escuridão de um dia
Onde nada vingaria
Num coração deserto
Ou na escuridão de um dia
Breve flor
tatuada
No coração de quem espera
Duradouro inverno
Frágil primavera
No coração de quem espera
Duradouro inverno
Frágil primavera
Bela
dama do inferno
Que à redenção convida
A eternidade de um instante
Num segundo de uma vida
Que à redenção convida
A eternidade de um instante
Num segundo de uma vida
Efémera
flor, efémera
Márcio Faraco
terça-feira, 23 de setembro de 2014
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